7/26/2009

Agosto

Gosto do Verão, gosto dos emigrantes, gosto da agitação dos ça va's para aqui e je riggolle para ali, gosto da pasmaceira de estar na rua a falar com quem passa, gosto de almoçar sardinha com tomates e pimentos assados, gosto dos casamentos e baptizados e morrer de calor com o vestido da cerimónia, gosto de conhecer toda a gente na esplanada, gosto de me aperceber que de facto gosto disto, ao contrário do que pensei durante muito tempo, gosto de ver bebedeiras cómicas de pessoas carrancudas... só não gosto de trabalhar ao domingo...

Ouvido de passagem...

-Se fosse eu ao teu namorado tinha ficado chateado por não me dizeres para ir...
-Se o meu namorado fosse como tu, tinha-te dito para ir...

Lol

Um homem vai a uma vidente. Bate à porta.. knock knock..
- Quem é? - responde a bruxa.
- Mau, já está a começar mal..

Sobre os casamentos


Há qualquer coisa de emotivo, profundo e quase fatal nos casamentos. Enquanto adolescente não me emocionava absolutamente nada com casamentos, provavelmente fruto da frequência com que ia... uma média de 3 ou 4 casamentos por ano... Mas desde há algum tempo para cá não consigo deixar de evitar aquela sensação estranha de ser atingida por uma emoção meio indefinida. Foi desde um dos muitos casamentos a que assisti em que chorei pela primeira vez. Vá-se lá saber porquê... Mas não é emoção pela parte romântica, nem por querer casar, é mesmo porque me lembram como é inevitável o tempo passar. Ontem fui a um... e elas lá estavam... a noiva e as amigas, jovens, mais jovens do que eu, muitas casaram no último ano... felizes, recém-casadas no caminho inevitável e fatal da vida a caminhar para também elas serem mães de noivas felizes e jovens.... Ver a minha mãe e tantas da idade dela também juntas, como acontece nestas festas, alegremente a conversar fez-me perceber o quanto há de ancestral nesta coisa dos rituais que passam pela vida... Quase que conseguia vê-las também elas jovens, noivas e felizes, sem sentirem ainda que brevemente também ia ser assim. Gosto de rituais, gosto muito. Acho marcante... gosto que a vida seja assinalada por eles, são marcos. E a noiva a cantar, sem música, com as amigas à volta, os amigos do noivo a brindar a ela, a família, os amigos dos pais, os novos, os velhos, as crianças... a confusão... tudo isto quase parecia um filme que podia ser intemporal, passado mil vezes a preto e branco (só a cor ditaria a diferença) só com a voz da noiva como banda sonora....

7/04/2009

Abertura fácil


Já tentaram (presumo que sim, pelo menos quem usa a marca...) abrir a embalagem deste champô com as mãos molhadas e com espuma? É uma complicação. A bola saída deve ser para facilitar a abertura mas, como é redonda e macia, os dedos escorregam e escorregam. Só com as unhas (já parti uma a tentar). Para quem tem dedos pequenos como eu é ainda mais dfícil. Era só cortar a bola por baixo, na direcção da abertura e pronto, já se abria melhor! Normalmente acabo a bater com a embalagem de champôr num qualquer canto do chuveiro para aquilo se abrir.

6/30/2009

Verão na TV ... que bom, hã

Mais uma vez, como em todos os Verões a televisão dos pobres, aquela dos 4 canais, foi invadida por programas de Verão. Aqueles de apresentadoras de calça branca e top’s coloridos, assistência e convidados de mini-saia e vestidos vaporosos, filmados algures no Litoral português, "na sua terra", como eles dizem, e com muitos cantores pimba, alguns ainda a sacudir o mofo acumulado no Inverno. É engraçado ver, naqueles dias em que faz frio...(sim, porque não é por um programa se chamar Verão total que vai fazer calor, que o Verão não se compadece com locais de filmagem) os convidados e apresentadores cheios de frio, a tentar ter um ar de quem está a curtir muito o sol. Também tem que haver crianças, claro... e foi giro vê-las brincar e dançar na areia.... TODA MOLHADA, porque.. eh eh... choveu! Aliás, num dos canais a apresentadora de um tal Verão Total estava a entrevistar alguém com um chapéu de chuva! Enquanto a outra pessoa cruzava os braços e se tentava aquecer a ela própria...Cómico.

6/28/2009

Medo

Há uns tempos tentaram assaltar a casa onde vivo, em Coimbra. Eu estava a chegar a casa, e outras pessoas estavam já em casa quando partiram o vidro da portada, abriram a primeira porta e começaram a tentar abrir a segunda. Esta era mais difícil de abrir e o assaltante começou a dar pontapés violentos para entrar. Foi um susto enorme. Primeiro pela sensação de invasão e depois porque o assaltante sabia que estavam pessoas em casa, devia presumir que aquela barulheira toda, depois do vidro a partir e dos pontapés, iria acordá-las. Não sei se estava armado ou se estava só desesperado mas, nesse momento, em que tentámos afuguentá-lo só me apetecia parir-lhe a cara. Bater-lhe até ele chorar. Praguejei contra todas as leis que de alguma forma protegem estes criminosos. Ele acabou por fugir enquanto chamávamos a polícia. Claro que a polícia nada pôde fazer, até porque não o apanharam em flagrante. Na altura lembrei-me de que tinha visto alguém "suspeito" a rondar a casa durante toda a tarde e disse à polícia, a medo, porque isto de apontar dedos sem provas é um bocado chato. A descrição coincidia com um indivíduo referenciado noutros assaltos, principalmente o carro. A partir daí sempre que vejo essa pessoa tenho medo. Já o vi noutras situações suspeitas, e parado junto ao meu local de trabalho e tenho sempre medo. Posso estar completamente enganada, pode não ter tido nada a ver com o assalto, mas o medo ficou lá. É injusto isto do ter medo. Porque trabalho, porque sou honesta, porque tudo... porque não é justo eu ter medo de alguém sem eu ter culpa nenhuma. E não é justo que haja pessoas que defendem essas pessoas.

E pronto, tenho dito. Sou um bocado extremista nestas coisas. Quando o mal é feito deliberadamente, quando está provado, aí, não há defesa, não há sociedade culpada, há só escolhas.

6/27/2009

Espíritos livres

S. é aquilo a que chamo um espírito livre. Há pessoas assim. Conhecemos e vemos logo que são feitas de sonho e de vento e estão aqui para voar. E quando não voam definham. E não são felizes, porque só amor não lhes basta. E, às vezes, até decidem não ouvir o vento que as chama e ficam. E tentam. E às vezes até conseguem quando apanham a brisa e a trancam no quarto onde às vezes podem ir voar. Até as chamarem, porque só o vento também não basta.

Thriller

Cresci ao som disto... É um daqueles ícones com que sempre convivi e que agora desapareceu. Não sou fã porque, sinceramente, há pouca coisa da qual possa dizer que sou fã, mas tinha muitas vezes músicas do Michael Jackson na cabeça. Tive pena...

Thriller

It's close to midnight and something evil's lurking in the dark
Under the moonlight, you see a sight that almost stops your heart
You try to scream but terror takes the sound before you make it
You start to freeze as horror looks you right between the eyes
You're paralyzed

'Cause this is thriller, thriller night
And no one's gonna save you from the beast about strike
You know it's thriller, thriller night
You're fighting for your life inside a killer, thriller tonight

You hear the door slam and realize there's nowhere left to run
You feel the cold hand and wonder if you'll ever see the sun
You close your eyes and hope that this is just imagination, girl!
But all the while you hear the creature creeping up behind
You're out of time

'Cause this is thriller, thriller night
There ain't no second chance against the thing with forty eyes, girl
Thriller, thriller night
You're fighting for your life inside a killer, thriller tonight

Night creatures calling, the dead start to walk in their masquerade
There's no escaping the jaws of the alien this time
(They're open wide)
This is the end of your life

They're out to get you, there's demons closing in on every side
They will possess you unless you change that number on your dial
Now is the time for you and I to cuddle close together, yeah
All through the night I'll save you from the terror on the screen
I'll make you see

That this is thriller, thriller night
'Cause I can thrill you more than any ghost would ever dare try
Thriller, thriller night
So let me hold you tight and share a
Killer, diller, chiller, thriller here tonight

'Cause this is thriller, thriller night
Girl, I can thrill you more than any ghost would ever dare try
Thriller, thriller night
So let me hold you tight and share a killer, thriller, ow!

(I'm gonna thrill ya tonight)
Darkness falls across the land
The midnight hour is close at hand
Creatures crawl in search of blood
To terrorize y'alls neighborhood

I'm gonna thrill ya tonight, ooh baby
I'm gonna thrill ya tonight, oh darlin'
Thriller night, baby, ooh!

The foulest stench is in the air
The funk of forty thousand years
And grizzly ghouls from every tomb
Are closing in to seal your doom

And though you fight to stay alive
Your body starts to shiver
For no mere mortal can resist
The evil of the thriller


P.S. É engraçado como já começaram a aparecer aqueles rumores, ainda que timidamente, de que ele não morreu mesmo e é tudo um golpe publicitário. Será que os famosos não morrem? É sempre um golpe publicitário? Se calhar estão todos numa ilha, tipo Lost... agora que o Elvis deve estar mesmo muito velho, vai o M.J. assumir o comando...

As beiras

Já repararam que no site do jornal "As beiras" tem uma rubrica com os artigos de opinião com os colunistas do jornal e que são TODOS docentes da U.C.? Mas será que essa é a única profissão nesta cidade? É que... há outras profissões... há empresários (poucos, claro), há outras pessoas, que não sendo os senhores doutores professores exmo's da U.C. também contribuem para a cidade, se calhar até mais. Será política do jornal? Só ter colunistas que sejam docentes da U.C.? É que há mais na cidade... eu sei que pouco mais porque estas coisas abafam um bocado tudo o resto, mas há mais...
Há pouco tempo encontrei uma família que veio visitar a Universidade de Coimbra porque o filho estava indeciso entre concorrer para Coimbra ou para o Porto. E dizia o pai: "sabe, menina, só viemos cá por mera curiosidade, porque o que todos sabemos, lá no Alentejo, é que esta universidade já não vale nada, é só um monte de senhores doutores que de tanto olhar para o umbigo se esqueceu que tinha que evoluir..." O rapaz, com média de 19 a querer entrar em Arquitectura acabou por decidir que vai concorrer para o Porto.

6/25/2009

Telemóveis

Porque é que as pessoas atendem os telemóveis só para dizer "Olhe, desculpe, agora não posso atender..." ...................... Então porque raio atendeu e me fez gastar dinheiro??

Porque é que há pessoas que atendem o telemóvel no carro, não baixam o rádio e estão a gritar "Fale mais alto que não estou a conseguir ouvir bem".................. porque não baixar o rádio??

6/20/2009

Rescaldo...


E agora? Já não temos "direito" ao TGV? Sempre achei este cartaz ridículo.. "direito"... por favor. E o meu direito a ter uma lancha rápida no rio Mondego? Bom, se calhar perderam porque foram atrás dos votos daqueles que acham que ter um TGV é um direito deles e que acham que vão andar um dia nesse TGV... com votos desses qualquer um perde. Agora com este adiamento daquilo a que temos direito não podia deixar de apontar aqui...

6/18/2009

A propósito do Destino

Conta-se que um dia a Morte se aproximou de um homem e lhe segredou ao ouvido: "prepara-te, homem, amanhã, ao final do dia venho-te buscar". O homem, em pânico com tal revelação, pôs-se a pensar em como se iria livrar da Morte. Analisou todas as hipóteses de morrer: seria de acidente de carro, a vir do trabalho? Seria uma bala perdida? Seria atropelado? Seria de ataque cardíaco? Como ainda tinha um dia resolveu tentar fugir para o mais longe possível da morte. Apanhou um avião para o outro lado do mundo. Ao chegar apanhou um comboio, depois um autocarro, um taxi e, finalmente caminhou até ao cimo da montanha mais alta, o mais longe possível da sua terra e da Morte... Ao chegar ao cimo da montanha, respirando de alívio eis que avista alguém que se aproxima. A Morte caminhava para ele e, olhando para o relógio, disse: "Bom, estava a ver que não chegavas a tempo ao encontro marcado..."

6/03/2009

Por estes dias de campanhas II

Parece que o POUS defende a proibição dos despedimentos para resolver o problema do.... desemprego, claro.

Pois eu proponho que se proiba também as empresas de falirem e que se proiba as empresas de terem prejuízo e que se proiba...hhmmm... o crime. É proibido mas não faz mal vamos proibir outra vez.

5/28/2009

Por estes dias de campanhas

Por estes dias de campanhas tenho, mais uma vez, a forte sensação de que se o povo português (não ligado à política, leia-se) saísse de mansinho sem dizer nada, se mudasse para um qualquer território, para começar um novo país, e deixasse cá os políticos sozinhos eles nem se aperceberiam, tão entretidos que andam sempre uns com os outros e as suas politiquices. Talvez o Paulo Portas notasse quando visse a feira vazia. E se fossem os políticos a sair, parece-me que também demoraria algum tempo até percebermos. E depois haveria festejos.

5/17/2009

Novo blog aqui na lista ao lado

Foi dos meus professores preferidos, embora ele não o saiba. Daqueles que quando vemos nas escadas da Faculdade confundimos com um aluno mas depois de entrar na sala percebemos que tem uma personalidade didáctica tão robusta como as botas que tinha calçadas. Não fui a tantas aulas como gostaria, fruto de várias coisas. Confesso que até me atrapalhava bastante a falar com ele, houve uma vez que deixei cair as folhas todas que tinha na mão a sair do gabinete dele. Depois do curso acompanhei o blog dele e fiquei com bastante pena quando ele o terminou. Encontrei-o mais tarde na Faculdade de Direito naquele inútil concurso para diplomatas. Ele também concorreu. E agora reencontrei a escrita do "teguivel" e não podia deixar de pôr aqui um link...

5/16/2009

S.A.R.I.P.

Já há muito que estava para pôr aqui um link para este blog dos meus caros colegas do curso de Relações Internacionais. Foi dos primeiros blogs que li (eu demoro um bocado a aderir a tudo o que é novo...) Pronto, aqui está então... O blog da Sociedade Anárquica de Relações Internacionais Piemmel... SARIP

5/03/2009

Maio

Pó dos pinheiros, pó de maio, causa alergias e nostalgias. É este sol que Queima, que planta saudades, acho eu, nem sei bem. Não tenho paciência para isto, mas isto bate forte quando olho para o lado. É uma espécie de nostalgia, é uma espécie de inveja, é uma espécie de passado que lá ficou. É isto que os velhos sentem? Não quero saber de Cortejos nem coisas tais, não tenho paciência para aturar bêbedos. Que incoerência a minha, eu sei mas são incoerentes as almas atormentadas pelo Mundo, como as que vão para Fátima a pé. Comove-me este povo que caminha, deixa-me irritada porque vão no meio da estrada. Tolos, não se ponham em perigo, não me ponham em perigo. (também devia ir, levar-me ao extremo do cansaço para depois descansar). Olha, que giro, vendem-se laranjas de Lamego e de Resende, aqui na nacional ao pé de Pombal, pelo menos é o que diz a placa. Algum carro de apoio aos peregrinos aproveitou a viagem e trouxe as laranjas para vender. Tem que ser, a crise não perdoa, a fé não são laranjas. Todos temos que comer. Almas atormentadas, que vendem laranjas na beira da estrada e andam pelo que acreditam. Comove-me este povo, gosto deste povo. Ás vezes. E do outro, o que bebe até cair para o lado, ao lado de quem quer que seja, que nem só a comida é alimento. Ontem enterrei um pássaro. As “minhas” crianças ajudaram-me. Tiveram pena. Eu também. Era um bebé pássaro. São pequenas as “minhas” crianças, eu não lhes devia ter mostrado o cadáver, acho eu e ensiná-las a enterrá-lo. Rezámos uma oração por ele. Uma já não quis lanchar. Coitada. Percebo. Mas havia crianças no caminho para Fátima, e daqui a um segundo, o mesmo que passou desde que vi o nascer do sol na ponte de Santa Clara naquele dia em que alguém disse para olharmos, porque num instante já não estaríamos lá, estarão elas lá. Por isso não faz mal enterrarem um pássaro. Um dia será ele pó… pó de estrelas. Será? Se calhar só dos pinheiros, pó de Maio, e a nostalgia será delas, que pela primeira vez enterraram um pássaro.

5/02/2009

Mais centros comerciais

Segundo esta notícia, do Expresso, Portugal vai ter mais nove centros comerciais enquanto por toda a Europa estão a recusar a abertura de mais centros comerciais. Confesso que fiquei aliviada por poder ter mais um sítio cheio de lojas para ir passear ao Domingo. Eu e muitos portugueses que quase teriam que arranjar outro programa, quiçá ao ar livre! Que horror, não, não... já bastou os anos de ditadura em que maior parte das pessoas vivia ao ar livre, até porque vivia da pequena agricultura e não havia estas coisas. Bastou esse tempo de pobreza... porque todos sabemos que os pobres é que andam ao ar livre. Mas agora somos iguais aos outros, aos desenvolvidos e já nos podemos enfiar em centros comerciais carregados de...de... de pessoas que trabalham aos Domingos (mas não faz mal, pois não? Estamos a criar emprego... e do bom!) , e carregados de roupas, roupas iguais a ... roupas, que são iguais em todo o lado! Viva os centros comerciais. E de preferência que os façam em zonas ambientalmente protegidas, para não nos darem mais despesas. Matamos dois coelhos de uma cajadada só... matamos coelhos e não só...

N'O Público: "Câmara de Lisboa vai começar a usar água reutilizada para lavar ruas e regar zonas verdes "

Será este um passo rumo à utilização dos sistemas duais de abastecimento de água? Não se tratando ainda de um sistema físico implementado, é uma abertura à implementação destes. Um sistema dual implica o abastecimento de dois tipos de água: água potável para consumo humano e água reciclada (a partir das águas residuais) para outros fins que não requerem água potável, como por exemplo o uso em autoclismos. A água potável existente no planeta é muito escassa e deve ser poupada. O uso desmedido desta água para qualquer fim é um hábito que vai contra a poupança que devemos fazer. Claro que é extremamente caro e complexo implementar estes sistemas numa cidade toda mas pode começar a ser implementado em novas urbanizações, em hóteis, nos jardins públicos. Na Austrália há várias cidades que já usam este sistema e novos bairros de Sydney preparados para isto. Na Índia também estava em estudo um sistema deste tipo e na Itália também há hotéis que já têm, entre outros países. Nalguns países menos sensíveis para as questões da água pode ser difícil ultrapassar alguma resistência, por parte da população, à ideia de usar água reciclada mas é importante informar que esta água também é tratada. Há a questão da segurança. Houve uma cidade australiana em que trocaram os tubos, fazendo uma ligação de água reciclada a água potável, pelo que é importante a formação dos técnicos que fazem a instalação e uma boa sinalização. Há também a questão do preço, podendo haver diferenças de preço entre os dois tipos de água. De qualquer forma o importante é que este é um caminho quase certo em pouco tempo...